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Abstract - A Arte do Design

De onde vem a inspiração e como algo é criado do zero? a criatividade é um dom ou deve ser desenvolvida? e principalmente, como essas mentes criativas enxergam o mundo e suas obras?, essas são as perguntas exploradas durante os excelentes 8 episódios de Abstract -The Art of Design, série original Netflix que propõe cada episódio dedicado a entender a mente de um artista, seja ele designer de tênis ou arquiteto.





1º Christoph Niemann
A primeira delas é do ilustrador alemão Christoph Niemann, com um expressivo número de mais de 20 capas da revista New Yorker (ter uma já é um grande feito). Metódico até no número de horas dedicadas com criação, mostra ideias complexas sobre a metodologia da ilustração e como mexer com seu público, a ideia é sempre encontrar um meio ideal entre o conceitual e a realidade, o que resulta em ilustrações lindas, com direito até a família representada em lego, o episódio foca na criação desta ilustração:


A arte também pode ser vista em VR

2º Tinker Hatfield
O designer da Nike e criador do icônico Air Jordan, tênis com mais de 20 gerações que teve em seu estudo inicial os impactos sofridos pelos pés de jogadores de basquete, nos convida para uma visita intimista em sua vida para entendermos todo seu processo de criação, e algo que poderia ser monótono acaba inspirando todo um campo de visão sobre ser revolucionário na arte, e nos momentos em que ele precisa entender a mente de Michael Jordan para criar seu tênis o episódio se torna fascinante e mostra como existe um esmero na criação de todas as coisas.


Ele também foi responsável pelo design desse queridinho aqui para qualquer fã de cinema (e o episódio explora o seu design e a tentativa de trazê-lo à realidade):



3º Es Devlin (Esmeralda)
Nascida no Reino Unido, a cenógrafa Es Devlin (o primeiro nome é uma abreviação de Esmeralda) iniciou sua trajetória em peças teatrais com plateias que não passavam de 80 pessoas e, para solucionar o pouco espaço do palco, criou seus cenários em projeções. estas que hoje levam o público ao delírio em shows de astros como Kayne WestBeyoncé e Adele. A dinâmica explorada de ter um espaço e saber o que fazer para aumentar os limites, nessa misturando a luz e a sombra, e sobre a experiência de estar num teatro ou show visualizando num maravilhoso 360º.




4º Bjarke Ingels
Alguns dos personagens são tão geniais quanto polêmicos, como o arquiteto dinamarquês Bjarke Ingels. Ao mesmo tempo em que descobrimos suas soluções que envolvem sustentabilidade, fantasia e métodos construtivos que otimizam tempo e orçamento, ouvimos as críticas que o profissional recebe. É o exemplo mais claro de como quebrar barreiras é tarefa para os fortes e incríveis.




5º Ralph Gilles
Em tempos de crise econômica, reinventar uma marca pode extrapolar a pressão sobre um setor como o de produção, como visto na idealização do protótipo do SM-1, carro autônomo que o norte-americano Ralph Gilles criou para a Chrysler. Uma narrativa explícita do quão vital é um setor de design dentro de uma empresa.



6º Paula Scher
Para quem quer entender o nascimento da tipografia que faz Nova York ser onipresente no imaginário mesmo de quem sequer visitou a Big Apple, o sexto episódio é uma parada certeira. Paula Scher, mais do que designer gráfica, é ela própria um símbolo pop da cidade, começando pelas letras dos cartazes do The Public Theater, que cria desde 1984.



7º Platon
Entre tantas histórias, encanta o trabalho do fotógrafo inglês criado na Grécia Platon, o homem atrás de cliques dos principais chefes de Estado do mundo em publicações como a capa da revista Times. Um retrato de Platon pode ser identificado pela expressividade do olhar e a força impressa em mãos em primeiro plano. Mas desfilar em meio ao cinismo do poder não tirou dele a delicadeza necessária para um projeto que expôs ao mundo a tristeza de mulheres grávidas após sofrerem abusos sexuais no Congo. 



8º Ilse Crawford
Fecha a lista a designer de interiores Ilse Crawford, de Londres. Aqui, a criatividade também ganhou uma conotação sobre a capacidade de se reinventar. Ilse era editora de uma revista de decoração e passou do universo em duas dimensões para o 3D. E elevou a protagonista uma questão recorrente em todos os episódios: a importância da empatia.

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